Há alguns anos, escrevi sobre como a bajulação corrói os relacionamentos. Ela é fundamentada na premissa silenciosa: “Enquanto você atender às minhas expectativas e agir conforme o meu querer, você será útil e querido”.
A bajulação não é gentileza, é uma transação comercial disfarçada de afeto.
Olhemos para Cristo. O Deus que não teve por usurpação ser igual a Deus, não agarrou essa prerrogativa como um troféu; Ele se esvaziou. Aqui reside a antítese absoluta: enquanto o Reino de Deus é construído sobre o esvaziamento, o reino da bajulação é erguido sobre a inflação do “eu”.
