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20 de maio de 2026 · 4 min de leitura

Fomos criados para devoção

Como ter devoção integral por alguém que não nos fascina?

A devoção a Deus não deveria nascer de automatismos ou de meras performances externas.

Muitos de nós temos vivido uma rotina que nos empurra para “uma devoção” movida apenas por obrigação, não por amor.

O que Saulo viu na estrada de Damasco o fez cair por terra. Da mesma forma, precisamos ser derrubados das nossas performances religiosas e dos “cavalos” nos quais temos confiado nestes tempos.

Se depositamos mais confiança em nossas estratégias e técnicas do que em manter os olhos fixos n’Ele, estamos falhando na essência da devoção.

Mais do que nunca, precisamos voltar o olhar para Aquele que verdadeiramente pode nos fascinar — e nos chamar de volta ao propósito original: amá-Lo acima de todas as coisas, com todo o nosso coração, alma e mente.

Esse é o propósito eterno: conhecê-Lo e continuar a conhecê-Lo, num ciclo sem fim de fascinação por Sua presença por toda eternidade.

Afinal, sem fascinação, não há devoção, eis aí o nosso maior propósito e missão: SERMOS FASCINADOS PELA BELEZA DO SENHOR!